![]() |
| Foto: Suzelly Ribaski |
Gatos são seres extraordinários! Não
tem como não gostar deles, isso seria impossível. Meu amor por
esses bichinhos é tão grande, que encho meu coração de afeto, ao
pensar em como essas criaturas podem nos fazer feliz, preencher e
trazer muitas surpresas para nossa vida.
Sempre tivemos gatos em casa, desde
que me conheço por gente convivo com estes seres, eu adoro
cachorros, mas meu coração é dos gatos. Não é uma questão de
gostar ou não, ou de gostar mais ou menos, só prefiro! Não poderia
contar quantos gatos eu já tive, mas posso afirmar que muitos já
passaram por mim. Uns marcaram mais, outros menos, porém cada um
teve seu papel fundamental em minha vida.
Certa vez na casa de um vizinho surgiu
uma gata, só que ela era muito arisca, comecei a me aproximar e a
oferecer comida, isso a fez se soltar um pouco. Quando a ninhada de
gatinhos dela
nasceu, após eles desmamarem, comecei a alimentá-los pelo muro de
casa. Colocava a comida em um potinho e com uma corda descia até
eles. Aos poucos fui me aproximando e até conseguia pegar um ou
outro no colo e é ai que entra a história do meu primeiro gato
filho, ele era lindo! Branquinho e surdo. Apesar disso, em meus
momentos de lamúria, ele parecia me ouvir, pois me olhava com uma
carinha de: Sim mamãe, estou entendendo tudo!
O nome dele era Smirgo o bicho era
muito rueiro, saia de tarde e só voltava de madrugada. Eu acordava
toda noite com ele arranhando minha janela, então eu abria e ele
dormia comigo até o amanhecer. Certo dia os gatos começaram a
morrer, ao que tudo indica por ingerir algum alimento com veneno.
Logo corremos para castrar o nosso pequeno, isso ajuda e muito a
controlá-los, a ficarem mais “caseiros”. Mas que nada, isso não
o impedia de sair, pois o mais
indicado é castrá-los ainda pequenos.
Uma semana depois da cirurgia ele sumiu para sempre. Tempos depois
fui descobrir que o Smirgo e todos os outros morreram da mesma forma.
Logo que contei sobre
a morte para a veterinária que
o havia castrado, ela me disse que tinham deixado dois gatinhos em
frente ao consultório e nisso me ofereceu um. Aceitei! Dei o nome a
ele de Bebê, apesar de ele ser mais apegado a minha mãe, o tinha
como filho. Bebê esteve conosco por sete anos, se não fosse por
seus problemas urinários que o impediram de seguir.
Toda perda é uma dor que temos, esse
último
gato deixou muitas marcas, ainda sinto muito a falta dele. Lindo e
gordo! Mas como minha mãe sempre diz “ele virou mais uma
estrelinha no céu”. Portanto dêem todo o amor que puderem aos
seus bichinhos e os tratem da melhor forma possível, porque
infelizmente nunca saberemos até quando os teremos por perto.

Nenhum comentário:
Postar um comentário