sábado, 20 de fevereiro de 2016

Os benefícios do suco de couve

Oi meninas! Há alguns meses andei fazendo umas pesquisas e descobri o bem que faz tomar suco de couve! Ele não é somente bom no sabor (há quem não goste), mas sim para a saúde. Muitas pessoas desconhecem suas propriedade e para o que são benéficas, dentre todas, a que me chamou mais atenção é o fato de regular o intestino e ajudar na prisão de ventre. Tenho certeza que muitas de vocês sofrem com esse mal. Além do suco, outra dica é ingeri-la cozida, sempre que possível.
Além disso, é super fácil preparar o suco, para quem não tem muito tempo, basta congelar tudo e bater só na hora de tomar. Outra dica importante é ingerir pela manhã, porque é nesse período, em jejum, que ocorre uma maior absorção dos nutrientes, mas caso isso não seja possível, nada impede de toma-lo á tarde/noite. Então vai ai umas dicas de preparo!

Dica 1:
Foto: Suzelly Ribaski
2 folhas de couve
½ maça
Algumas folhinhas de hortelã
Dica 2:
½ limão;
1 folha de couve;
1 copo de água (aproximadamente 180 ou 200 ml).

Dica 3:
folhas de couve;
1 copo de suco de laranja.

Dica 4:
2 folhas de couve;
2 maçãs fuji;
2 cenouras;
1 laranja;
1 colher de sopa de mel.

Para preparar, basta colocar todos os ingredientes juntos no liquidificador e bater! Façam, vocês não vão se arrepender! O verde só traz benefícios! E claro, se possível, pratique exercícios físicos, isso irá estimular ainda mais o funcionamento do seu intestino.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Amor de gato

Foto: Suzelly Ribaski
Gatos são seres extraordinários! Não tem como não gostar deles, isso seria impossível. Meu amor por esses bichinhos é tão grande, que encho meu coração de afeto, ao pensar em como essas criaturas podem nos fazer feliz, preencher e trazer muitas surpresas para nossa vida.
Sempre tivemos gatos em casa, desde que me conheço por gente convivo com estes seres, eu adoro cachorros, mas meu coração é dos gatos. Não é uma questão de gostar ou não, ou de gostar mais ou menos, só prefiro! Não poderia contar quantos gatos eu já tive, mas posso afirmar que muitos já passaram por mim. Uns marcaram mais, outros menos, porém cada um teve seu papel fundamental em minha vida.
Certa vez na casa de um vizinho surgiu uma gata, só que ela era muito arisca, comecei a me aproximar e a oferecer comida, isso a fez se soltar um pouco. Quando a ninhada de gatinhos dela nasceu, após eles desmamarem, comecei a alimentá-los pelo muro de casa. Colocava a comida em um potinho e com uma corda descia até eles. Aos poucos fui me aproximando e até conseguia pegar um ou outro no colo e é ai que entra a história do meu primeiro gato filho, ele era lindo! Branquinho e surdo. Apesar disso, em meus momentos de lamúria, ele parecia me ouvir, pois me olhava com uma carinha de: Sim mamãe, estou entendendo tudo!
O nome dele era Smirgo o bicho era muito rueiro, saia de tarde e só voltava de madrugada. Eu acordava toda noite com ele arranhando minha janela, então eu abria e ele dormia comigo até o amanhecer. Certo dia os gatos começaram a morrer, ao que tudo indica por ingerir algum alimento com veneno. Logo corremos para castrar o nosso pequeno, isso ajuda e muito a controlá-los, a ficarem mais “caseiros”. Mas que nada, isso não o impedia de sair, pois o mais indicado é castrá-los ainda pequenos. Uma semana depois da cirurgia ele sumiu para sempre. Tempos depois fui descobrir que o Smirgo e todos os outros morreram da mesma forma.
Logo que contei sobre a morte para a veterinária que o havia castrado, ela me disse que tinham deixado dois gatinhos em frente ao consultório e nisso me ofereceu um. Aceitei! Dei o nome a ele de Bebê, apesar de ele ser mais apegado a minha mãe, o tinha como filho. Bebê esteve conosco por sete anos, se não fosse por seus problemas urinários que o impediram de seguir.

Toda perda é uma dor que temos, esse último gato deixou muitas marcas, ainda sinto muito a falta dele. Lindo e gordo! Mas como minha mãe sempre diz “ele virou mais uma estrelinha no céu”. Portanto dêem todo o amor que puderem aos seus bichinhos e os tratem da melhor forma possível, porque infelizmente nunca saberemos até quando os teremos por perto.